Será que dá? Gabigol precisa de apenas 12 gols para igualar artilheiro do Flamengo no século

Gabigol em ação pelo Flamengo na partida de estreia da Libertadores de 2019 (Foto: Alexandre Vidal/Flamengo)

Sem atuar desde o dia 31 de julho, Gabriel Barbosa retornou aos gramados fazendo aquilo que sabe como poucos: marcar gols. O artilheiro do Brasil anotou dois dos quatro tentos sobre o Vasco da Gama, em Brasília, no último sábado (17).

Pelo Flamengo, já são 34 jogos e 24 bolas na rede – igualando a marca de Vagner Love, em 2012. Se mantiver a média, o atacante precisará apenas de 17 partidas para alcançar o recorde rubro-negro do século, que pertence a Hernane Brocador, com 36.

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Artilheiros do século pelo Flamengo:

  1. Hernane Brocador – 36 gols (2013)
  2. Edílson – 28 gols (2001)
  3. Gabriel Barbosa – 24 gols (2019)
  4. Vágner Love – 24 gols (2012)
  5. Vágner Love – 23 gols (2010)
  6. Alecsandro – 21 gols (2014)
  7. Deivid, Ronaldinho e Thiago Neves – 21 gols (2011)
  8. Paolo Guerrero – 20 gols (2017)

Gabriel Barbosa estreou pelo Flamengo no dia 23 de janeiro, no empate com o Resende, pela Taça Guanabara. No entanto, precisou de um mês para balançar as redes pela primeira vez com o Manto Sagrado – na vitória por 4 a 1 contra o Americano, no Maracanã, dia 24 de fevereiro. Quase seis meses depois e Gabigol se tornou o artilheiro isolado do Rubro-Negro e do Campeonato Brasileiro, são 11 em 11 partidas – diferença de quatro gols para o segundo colocado, Eduardo Sasha, do Santos, com sete.

Se mantiver a média de 0,7 gol por partida, Gabigol precisará ser letal nas próximas 17 – vale notar que, no momento, o Flamengo ainda tem 25 jogos em 2019 (este número pode ser alterado em caso de classificação na Copa Libertadores).

Pelo Campeonato Brasileiro, Gabigol finalizou 37 vezes em 11 jogos e aparece em quinto lugar no ranking, segundo dados do Footstats – com um aproveitamento de 67,6%, o atacante acertou 25 e errou 12.

Além dos onze gols marcados pelo Brasileirão, o artilheiro ainda soma quatro pela Libertadores da América, dois pela Copa do Brasil e sete no Carioca.

Retirado de: Coluna do Fla