Fake news envolvendo Renê, lateral do Flamengo, atrapalha campanha para hospital arrecadar fundos

Lateral ajudou na campanha, tanto financeiramente, quanto na divulgação, mas a notícia de que havia doado R$ 1 milhão é falsa

Renê em ação pelo Flamengo, no estádio do Maracanã (Foto: Alexandre Vidal/Flamengo)

O lateral esquerdo Renê, do Flamengo, foi alvo de uma fake news nos últimos dias. Portais vinculados à torcida do Flamengo divulgaram a notícia de que o jogador do Rubro-negro havia doado R$ 1 milhão ao Hospital Regional Justino Luz, no Piauí. Hugo Victor Martins, um dos organizadores da campanha de doação junto a Renê, explicou a situação.

“Infelizmente, acaba atrapalhando sim a fake news. Até por que muitas pessoas que tinham o interesse de ajudar, quando vê uma quantia de R$ 1 milhão, acabam passando o ato de caridade para outras arrecadações. Espalhamos para todos que não era verdade, nossa intenção não era R$ 1 milhão, mas sim R$ 100 mil para a compra de dois respiradores eletrônicos para doação ao hospital regional de Picos”, disse.

Nascido em Picos, onde fica o Hospital Justino Luz, Renê participou da campanha e ajudou na divulgação da vaquinha na internet. Além de gravar vídeos pedindo doações ao centro médico, o lateral também ajudou financeiramente no projeto. Rômulo, ex-jogador do Fla, que também nasceu na mesma cidade, também participou da campanha.

“Desde o início da campanha, o HRJL tem recebido doações e ajuda voluntária de toda a população, em nenhum momento recebemos dinheiro e não vamos receber, ao tempo em que agradecemos a sociedade civil organizada e a população em geral pelas campanhas de doação em prol do Hospital Justino Luz”, disse Samará Sá, diretora do hospital, em entrevista ao portal Globo Esporte.

Retirado de: O Dia

5 COMENTÁRIOS

  1. Fake News falar o quê de um ser humano desses

    o mundo tá pegando fogo e tem os cabeça de ervilha capaz de estragar qualquer coisa

    Só posso acreditar que não é um ser humano

  2. O problema é que nosso país pode até uma legislação razoável, mas o que há de sentença beneficiando quem deveria ficar atrás das grades é brincadeira.
    O correto nesta situação de convid-19 era diminuir a frequência aos presídios, visitas, etc.
    Afinal se o cidadão comum, cumpridor de suas obrigações, trabalhador, foi obrigado a ficar confinado, por aqueles que delinquiram foram agraciados com a liberdade?!
    Prêmio para quem transgrediu e punição para os corretos, este é o país de autoridades doentes!
    Por isto, não adiantaria falar em endurecer as leis no tocante a criação de fakenews…
    Se até a tentativa de assassinato de um candidato à presidência não obteve a Punição adequada…fake news é brincadeira de criança…
    Precisaremos de mais uns 500 anos para que a sociedade brasileira se torne ética/moral …e a honestidade prevaleça!
    Contudo, tal perspectiva é apenas uma vã esperança!

    • Boa atitude do nosso grandiosos conterrâneo piauiense Renê e Rômulo pela iniciativa dele cabe a cada um de nois ajudar de alguma forma esse projeto

  3. O problema é que nosso país pode até uma legislação razoável, mas o que há de sentença beneficiando quem deveria ficar atrás das grades é brincadeira.
    O correto nesta situação de convid-19 era diminuir a frequência aos presídios, visitas, etc.
    Afinal se o cidadão comum, cumpridor de suas obrigações, trabalhador, foi obrigado a ficar confinado, por aqueles que delinquiram foram agraciados com a liberdade?!
    Prêmio para quem transgrediu e punição para os corretos, este é o país de autoridades doentes!
    Por isto, não adiantaria falar em enfurecer as leis no tocante a criação de fakenews…
    Se até a tentativa de assassinato de um candidato à presidência não obteve a Punição adequada…fake news é brincadeira de criança…
    Precisaremos de mais uns 500 anos para que a sociedade brasileira se torne ética/moral …e a honestidade prevaleça!
    Contudo, tal perspectiva é apenas uma vã esperança!

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