O jornalista Renato Maurício Prado fez críticas contundentes ao desempenho de Nicolás De La Cruz com a camisa do Flamengo. Em sua participação no programa Fim de Papo, ele afirmou que o meia, apesar de ser reconhecido como um jogador de alto nível, não tem conseguido mostrar no clube o futebol que o consagrou anteriormente.
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“É impressionante como esse jogador, sabidamente um craque, está tendo atuações opacas”, declarou o colunista, destacando que o uruguaio não tem conseguido criar jogadas nem demonstrar intensidade com a bola nos pés.
Ainda segundo RMP, a queda de rendimento de De La Cruz é visível e recorrente. Passes considerados previsíveis, pouca explosão nas jogadas e falta de protagonismo no meio-campo têm marcado suas atuações recentes. “Está jogando muito pouco”, comentou o jornalista, que também enfatizou a diferença entre a expectativa criada na contratação do atleta e o que ele tem efetivamente entregado em campo.
Por fim, o comunicador definiu o uruguaio como a “maior decepção do Flamengo” neste início de temporada. O desafio agora será recuperar o bom futebol que o meia já demonstrou anteriormente, a fim de que ele possa contribuir de forma mais efetiva no planejamento do clube para 2025.

Balanço do primeiro ano no Flamengo
Nicolás De La Cruz fez um balanço sincero sobre seu primeiro ano com a camisa rubro-negra. Considerado uma das contratações mais importantes de 2024, o uruguaio começou a temporada em alta, mas enfrentou dificuldades ao longo dos meses, especialmente após a disputa da Copa América. “Sinto que tenho que devolver ao clube o investimento que fizeram”, afirmou o jogador, ao comentar a responsabilidade que carrega desde sua chegada ao Rio.
As lesões no segundo semestre de 2024foram determinantes para a queda de rendimento. O uruguaio sofreu com problemas físicos, incluindo traumas no joelho e lesões musculares, o que o impediu de manter a sequência no time e o tirou de confrontos decisivos, como as finais da Copa do Brasil. Apesar disso, ele garantiu que nunca deixou de se esforçar. “Às vezes estava a 70%, mas tentava jogar, porque isso é o que melhor sei fazer”, explicou.

















