Após receber sondagens, diretoria do Flamengo estuda aumento salarial e ampliação do contrato de Bruno Henrique

Bruno Henrique durante a comemoração, após marcar mais um gol pelo Flamengo (Foto: Alexandre Vidal/Flamengo)

Os 18 gols e as 11 assistências em 37 jogos em 2019 pelo Flamengo provam que Bruno Henrique tem o custo-benefício desejado quando foi contratado. O clube escolheu o jogador exatamente por ser uma aquisição relativamente barata – R$ 23 milhões – e com requisitos para entrar no time e solucionar boa parte dos problemas.

O sucesso da contratação foi provado com a convocação para a seleção brasileira. Aos 28 anos, o jogador está em viéis de valorização e, apesar do contrato até 2021, já gera debates internos no Flamengo, que não pretende perdê-lo. Com 100% dos direitos comprados, a diretoria estuda propor em breve uma ampliação do contrato e um aumento salarial.

O Flamengo sabe que nessa toada Bruno Henrique pode não emplacar 2020. Ao longo da atual janela de transferências, informações sobre interessados chegaram ao clube e aos representantes do jogador, mas não houve propostas.

O namoro do Flamengo por Bruno Henrique começou no ano passado. Era 2018 e o Flamengo e se buscava reforços para chegar e jogar após a saída de Paquetá. Foi então que o consultor Sandro Orlandelli, que fazia assessoria na identificação de potenciais contratações, apontou o atacante do Santos como competitivo, forte, veloz, além de bom preço.

Como haveria eleição, Bruno Spindel, hoje diretor de futebol, levou o nome para ser trabalhado pelo Centro de Inteligência em Mercado, através do gerente da área, o ex-jogador Fabinho, que comprovou a indicação com bons números. Apesar de ter marcado 18 gols em 2017, fez apenas dois no Santos. Mesmo assim, teve o nome levado pela nova direçao ao técnico Abel Braga, que bancou a contratação.

Retirado de: O Globo

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